quinta-feira, 29 de março de 2018

29 março 2018 – Porto - Viena


Após uma longa ausência, aqui estamos de volta para partilhar mais algumas experiências vividas em família. Infelizmente estas escapadinhas, que tanto gostamos têm sido cada vez mais escassas, pois a vida escolar das nossas filhas limita, e muito, essa disponibilidade.

Terminadas as considerações iniciais vamos lá ao que aqui nos traz: uma nova viagem, desta vez até à capital da Áustria! Mais à frente trataremos de aqui deixar algumas informações sobre este país da Europa Central! Nesta altura, apenas queremos aqui partilhar que a responsabilidade pela escolha deste destino foi da Beatriz, que quando colocada sobre qual a capital a conhecer, apenas com a limitação de ser um destino novo, escolheu Viena sem hesitar! Mais à frente perceberão porquê?

A oportunidade surgiu com as férias escolares da Páscoa, pois nesta altura poderíamos aproveitar mais tempo da cidade, já que com os fins de semana prolongados estamos mais limitados.

Como do Porto não existem voos diretos para Viena, após algumas pesquisas, rapidamente chegamos à conclusão que a melhor opção seria sempre a TAP, com escala em Lisboa.

Então, no dia 29 de Março, bem cedinho, chegamos ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro para apanhar o primeiro voo da Ponte Aérea (PA) para Lisboa.


Como os utilizadores da PA têm direito a usar o Fast Track, um serviço prioritário na passagem pela área de controlo de segurança, pudemos entrar rapidamente evitando a tradicional fila às primeiras horas da manha.

Sem grande tempo para respirar fomos até à porta 6, de onde partiria o nosso voo. Oportunidade para voar num dos novos E190 da TAP Express, operados pela Portugália.


Como não eram muitos passageiros, o embarque foi muito rápido e estávamos prontos para partir em direção a Lisboa.


Gostamos muito deste tipo de avião, com uma configuração 2-2, muito confortável.

A TAP teve a gentileza de nos oferecer uma bebida e um pastel de nata, apesar de frio e sem grande sabor. Curiosamente alguns passageiros estrangeiros pareceram adorar e estavam muito contentes com a oferta.


O voo até Lisboa foi muito tranquilo, só foi pena estar ainda escuro para quem, como eu gosta de filmar a viajar e fazer uns “trip reports” das viagens! Chegamos a Lisboa com o dia a nascer e a cidade a preparar-se para mais um dia de trabalho.

Aqui fica o "TripReport":

 

Como o tempo de escala era curto, saímos assim que pudemos do avião preparados para acelerar o passo até ao voo seguinte. Nessa altura demos conta da primeira surpresa do dia: o voo estava atrasado cerca de 2 horas!

Ainda bem que não tínhamos feito grandes planos para este primeiro dia (pudera a experiência tem algumas vantagens!), mas sempre podíamos ter dormido mais um pouco e não tínhamos necessidade de acordar às 03:45h para um voo às 06:15h! Com tantos voos na PA sempre podíamos apanhar um voo depois! Enfim! Que os azares sejam sempre estes!

Lá fomos até ao Starbucks tomar um cafezinho e fazer um pouco de sala até chegar a hora do nosso embarque.


Como o avião previsto para nos levar até Viena era um Wide-Body, isto é um avião que normalmente faz as viagens mais longas, desconfiamos que o problema devia ter a ver com algum atraso na viagem anterior. Confirmou-se isso mesmo, pois o problema foi a chegada tardia do avião desde Fortaleza, no Brasil.

Finalmente lá nos atribuíram uma porta de embarque e fomos até lá, onde nos deparámos com uma fila enorme, mas normal nestes casos.


Tentamos enquanto esperávamos tirar algumas fotos a alguns movimentos de aviões nas pistas, mas alguém se lembrou de colocar no aeroporto uns vidros horríveis que não permitem fotos decentes. Provavelmente terá a ver com questões térmicas, mas para fotos, definitivamente são horríveis!


Finalmente lá conseguimos embarcar, através de autocarro, por isso com direito a passeio pela placa do aeroporto, até chegarmos ao stand onde estava o Airbus A330-200, CS-TOL batizado com o nome João Gonçalves Zarco. Ainda conseguimos tirar algumas fotos dos “vizinhos” particularmente o “retro” da TAP que víamos ao vivo pela primeira vez!


Quem já viajou nestes aviões grandes sabe que a sensação é completamente diferente de outros aviões mais pequenos, seja a quantidade de pessoas que estão na cabine, seja pelo espaço que existe a bordo. Já tínhamos algumas saudades destas maquinas enormes!
 

A viagem até Viena decorreu com normalidade e dentro dos padrões normais de serviço da TAP.

Aqui fica a "TripReport":


Como não tínhamos bagagem de mão, saímos diretamente para o exterior da zona de chegadas do aeroporto para comprar os bilhetes de comboio até ao centro da cidade.

Aqui tínhamos duas alternativas, ou o City Airport Train (CAT), que sendo o mais rápido, também é o mais caro (11€ ida ou 19€ ida/volta); a alternativa é a linha regular S7, que é a opção mais barata. Custa €4,20 por adulto, pois são precisos 2 bilhetes, um que será válido até a última estação considerada dentro de Viena e o outro até o aeroporto, que fica fora da cidade.  A desvantagem: é que o comboio pára em 7 estações até chegar ao centro. O trajeto total dura 26 minutos. Como a diferença de tempo até ao centro não é nada de especial e a diferença de preço ainda o é, optamos pela opção mais barata.

Aproveitamos já para comprar o Vienna City Card para 72h, um passe de transportes para o tempo escolhido e que dá descontos em algumas entradas de atrações e em algumas compras. Não tão caro como o Vienna Pass, mas que compensa para aproveitar os descontos.

Chegamos a Landstrasse/Wien Mitte, a estação terminal do S7 e mudamos para a linha de metro que melhor nos servia até ao nosso hotel, localizado junto ao Vienna International Centre (VIC), onde fica localizado o edifício das Nações Unidas, em Viena.

Aproveitando para falar sobre o nosso hotel, ficamos instalados no Arcotel KaiserwasserHotel, um hotel 4* superior muito vocacionado para negócios, provavelmente aproveitando a sua localização, mesmo junto ao centro de negócios referido, pois a separar os dois edifícios apenas existe, precisamente a estação de metro que serve ambos.


Por vezes, temos azar e os hotéis escolhidos não correspondem às expectativas que deles temos, outras vezes, somos agradavelmente surpreendidos! Foi o que nos aconteceu desta vez, pois à chegada fomos informados que o quarto que reservamos era de uma categoria superior, pelo que teríamos direito ao consumo do mini-bar, à utilização do spa (falta de tempo, não usamos!) e ao uso do Executive Lounge, com comida e bebidas à borla! Temos de reconhecer que pelo preço que pagamos, o que recebemos foi muito mais!


Escusado será dizer que adoramos o hotel, com uma qualidade de serviço muito boa, pequeno almoço muito bem e variado, ótimas instalações e a cerca de 7 minutos da praça central da cidade de Viena.

Deixamos, de seguida, algumas fotos do hotel:


Acomodadas as coisas no hotel era altura de voltar ao centro da cidade. O atraso na partida não nos afetou muito pois tínhamos reservado esta primeira tarde para nos ambientarmos à cidade e fazer um tour panorâmico da mesma, para mais facilmente perceber a geografia da cidade e a localização do que queríamos visitar.

Antes de partirmos em direção à cidade, vamos falar dela mesma, a cidade que já por várias vezes foi considerada a melhor cidade do mundo da viver. Estes prémios valem o que valem, mas algum significado devem ter!

Recorrendo à Wikipédia e não querendo ser muito massudo pois essa não é a nossa intenção, vamos então saber algumas curiosidades sobre a capital da Áustria!

Viena (em alemão: Wien) é a capital da Áustria e um dos nove estados austríacos. Com mais de 1,6 milhão de habitantes, de acordo com dados da Eurostat em 2013, é a cidade mais populosa na Áustria contando, ainda, com 2,6 milhões de habitantes da sua região metropolitana - o que equivale a cerca de um quarto da população total do país. Viena é, ainda, a sétima maior cidade da União Europeia e a segunda maior cidade de língua alemã no mundo, depois de Berlim. A cidade é basicamente uma das muitas comunidades da Áustria, mas também é uma cidade legal na classificação de um distrito político e, desde 29 de dezembro de 1921, a "lei da separação" constitucional classifica-a como um estado, sua posição original mantida até hoje.

É sede de várias organizações internacionais, como a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). O Centro Internacional de Viena (UNRISD) abriga uma das quatro sedes das Organização das Nações Unidas (ONU). A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) também está sediada na cidade, no mesmo complexo de edifícios do Centro Internacional de Viena. Devido à sua importância política internacional, Viena está entre as cidades globais no mundo.

Viena foi durante séculos a capital imperial da Casa de Habsburgo e, assim como a capital do Sacro Império Romano-Germânico, serviu também como capital do Império Austríaco, além de ter sido uma das duas principais cidades da Áustria-Hungria, como um centro cultural e político da Europa. Chegou a ser a quinta maior cidade do mundo, depois de Londres, Nova Iorque, Paris e Chicago, atingindo mais de dois milhões de habitantes por volta de 1910. Após o fim da Primeira Guerra Mundial, a cidade perdeu, no entanto, cerca de um quarto de sua população.

Viena é uma cidade com uma elevada qualidade de vida. No estudo internacional do Mercer, de 2015, a qualidade de vida foi comparada com base em 39 critérios, tais como fatores políticos, económicos, sociais e ambientais, em 230 cidades em todo o mundo. Viena ocupou o primeiro lugar pela sétima vez consecutiva. Também está colocada como uma das cidades mais ricas do mundo. Atrai mais de 12 milhões de turistas por ano.

Voltando à nossa viagem, apanhamos a linha vermelha do metro, a U1 até Schendenplatz, pois a nossa primeira experiência partiria desta praça, não a mais importante da cidade, mas uma das mais importantes.

Chegados aqui ocorreu a segunda surpresa do dia. Tínhamos planeado apanhar um elétrico especial, que dá a volta à cidade sem paragens, mas que permitiria ficar com uma ideia global da cidade, o Ringtram!


Trata-se de um elétrico turístico que percorre a Ringstrasse, enquanto oferece informação em vários idiomas sobre os lugares por onde se vai passando.

Circula todos os dias, das 10:00 às 18:00 horas com intervalos de 30 minutos (em julho e agosto até as 19:00 horas).

Então qual foi a surpresa? Aproveitando a altura da Páscoa, decidiram fazer obras na linha e suspenderam a circulação durante o período que estivemos na cidade. Mas esqueceram-se de colocar informação sobre essa paragem, no local de partida do tour. O resultado foram vários turistas, nós incluídos à espera de um elétrico que não aparecia. Até que perguntamos a alguém dos transportes que nos informou das obras. A nossa visita começava mal...

Decidimos então começar a caminhar em direção ao principal ex-libris da cidade, a Catedral de Santo Estêvão, que fica na praça com o mesmo nome e o centro nevrálgico de Viena, pois daqui partem (ou chegam!) todas as ruas mais importantes de comércio das grandes marcas.

Ainda hesitamos se a visitávamos neste dia, pois tínhamos planeado uma subida a uma das suas torres e já estávamos no final da tarde, mas já que ali estávamos, vamos lá conhecer a catedral por dentro.


Situada na Stephansplatz, a Catedral de Santo Estêvão (Stephansdom) é a sede principal da arquidiocese de Viena.

Stephansdom, o símbolo religioso mais importante de Viena, foi construído sobre as ruínas de uma igreja romana dedicada a Santo Estêvão construída em 1147, embora do antigo templo apenas se conservem a Porta dos Gigantes e as Torres dos Pagãos.

A catedral está coroada por uma grande torre em forma de agulha (Steffl) construída em estilo gótico que, com seus 137 metros de altura, pode ser vista de diferentes pontos de Viena.


Na parte posterior da catedral podemos ver o Telhado de Azulejos, formado por mais de 250.000 azulejos que tiveram que ser restaurados depois de terem sido seriamente danificados durante a II Guerra Mundial.

No lado direito da catedral há uma entrada chamada Porta dos Cantores, que não podia ser utilizada pelas mulheres. O interior de Stephansdom

Dentro da catedral podemos observar diversos estilos arquitectónicos provenientes de diferentes épocas; a nave central, as capelas laterais e o coro procedem de uma das reconstruções feita em estilo gótico e alguns dos edifícios laterais foram reconstruídos em estilo barroco.


O interior da catedral abriga os restos mortais de grande parte dos membros da família Habsburgo e foi o local do casamento e posterior funeral do magnífico Mozart.

As abóbadas de Stephansdom guardam inumeráveis obras de arte procedentes de diferentes séculos. Alguns dos pontos mais interessantes da catedral são os seguintes:

·      O Sino Pummerin: o sino pendurado na torre norte foi fundido com os canhões que as tropas turcas deixaram ao se retirar da capital em 1683. Durante o grande incêndio de 1945, o sino caiu e ficou destruído. Os vienenses voltaram a fundir os restos para criar o sino atual. Está situado na inacabada torre norte, à qual se tem acesso em um elevador.
·      Púlpito de Pilgram: um belo púlpito gótico talhado com grande precisão.
·      As catacumbas: escavadas a meados do século XVIII, nos seus ossários estão os restos de mais de 10.000 cidadãos vienenses.
·      Imagem de Cristo crucificado: situada na capela Tirna, ao lado do sepulcro do príncipe Eugénio de Saboya, está uma imagem de Cristo que, segundo a lenda, tem uma barba de cabelo humano que continua crescendo.

A catedral funciona como igreja e pode ser visitada gratuitamente num horário bastante alargado.

Eram imensos os turistas que se encontravam dentro da catedral e só se viam máquinas fotográficas e telemóveis a tirar fotografias a tudo e mais alguma coisa. Tentamos ser um pouco diferentes e tiramos algumas fotos e optamos por observar o que nos rodeava. Aliás essa foi uma das máximas da nossa viagem: observar e não registar para mostrar que vimos!


Decidimos percorrer uma das ruas mais famosas de Viena, a Kärntner Str em direção à Opera, quando demos de caras com uma “roulotte” a vender salsichas, um dos alimentos típicos da Áustria.

Se descontarmos a comida do avião, o pequeno almoço foi às 04:00h da manha, então bora lá experimentar a Käsekrainer, uma salsicha recheada de queijo!


Experimentamos, em cachorro (eu!) e no prato (as meninas!). Muito bom!

Lá continuamos até à Opera de Viena, apenas com a intenção de ver o edifício por fora, pois desta vez estava fora dos planos ver um espetáculo e as visitas guiadas não nos interessavam.

A Ópera Estatal de Viena é a companhia de ópera mais importante e conhecida a nível mundial, além de ser o centro nevrálgico da vida musical vienense.


O Teatro da Ópera de Viena (Straatsoper) foi o primeiro edifício do projeto da Ringstrasse a ser finalizado. Inaugurado em 1869 com a apresentação de uma obra de Mozart, o edifício de design renascentista foi uma deceção para os vienenses, que esperavam algo mais da importante opera. O arquiteto do edifício suicidou-se, desolado com a ideia de que a sua obra não tivesse triunfado. Um segundo arquiteto foi contratado, mas também não conseguiu aguentar a pressão e morreu de enfarte. A obra parecia estar amaldiçoada!

Em 1945, uma bomba afetou gravemente o edifício da ópera, o que os cidadãos encararam como uma agressão simbólica à cidade. Dez anos depois do incidente, a ópera voltou a abrir as suas portas com os danos reparados e dotada das tecnologias mais avançadas para a época e desde aí tem feito valer o seu estatuto no meio cultural vienense.

Um pouco por sorte, deparamo-nos com uma das grandes atrações de Viena, o Hotel Sacher!

 
O Hotel em si não tem nada de extraordinário, além de ser luxuoso, mas associado ao nome tem uma iguaria que é seguramente a mais famosa de Viena: a Sachertorte!

A Sachertorte é um bolo de chocolate, inventado por Franz Sacher em 1832 para o príncipe Metternich em Viena.

O bolo consiste em duas camadas de massa de chocolate, não excessivamente doce, com uma pequena camada de compota de alperce no meio e uma cobertura de chocolate negro, com lascas de chocolate em cima e dos lados. É tradicionalmente servida com chantili, sendo considerada pela maior parte dos vienenses como sendo demasiado "seca" para ser consumida simples.

A marca registada "Original Sachertorte" foi registada pelo Hotel Sacher, construído em 1876, pelo filho de Franz Sacher. A receita é um segredo muito bem guardado. Até 1965, o Hotel Sacher envolveu-se num litígio nos tribunais com a pastelaria Demel, que também produzia um bolo chamado "Original Sachertorte".

Circularam inúmeras anedotas a explicar como conseguira a Demel a receita. O bolo desta última é hoje conhecido por "Demels Sachertorte". A diferença deste para o original é que a camada de compota de alperce é colocada diretamente sob a cobertura de chocolate e não no meio.

Claro que isto é mais uma daquelas coisas de turistas que dão a ganhar muito dinheiro a algumas pessoas, mas se em Roma sê romano em Viena faz como vires fazer e como a fila não era muito grande lá fomos nós experimentar. Depois da salsicha, a torta seria a sobremesa!

Esperamos cerca de 15 min até que fomos conduzidos a uma mesa num espaço com uma decoração lindíssima, fazendo lembrar outros tempos e outros clientes.


O café tem muitas outras ofertas além da torta, pelo que decidimos pedir uma fatia de torta, uma fatia de apfelstrudel, um cappuccino e um chococcino!

Contrariamente ao que tínhamos lido, não achamos a torta seca e a mesma estava deliciosa, bem como tudo o resto.



Aproveitamos para tirar algumas fotos ao local e pedimos a conta. Em consonância com o estatuto da casa, pagamos 26,60€ pelo lanche!

Apesar de já estarmos acordados há muito tempo e o cansaço já se notar continuamos a caminhar, agora em direção à Stephansplatz, onde apanharíamos o metro de regresso ao hotel.

Pelo caminho passamos pelo museu Albertina, que não pretendíamos visitar, pois apesar de se tratar de um excelente museu, o seu acervo é arte e não somos conhecedores para apreciar este tipo de peças!


Viemos dar à rua Graben, onde podemos encontrar a Coluna da Santíssima Trindade, mais conhecida como por coluna da peste, foi construída em 1679, em agradecimento pela superação da epidemia. É uma magnífica obra barroca, linda em termos arquitétonicos e emocionalmente intensa...



Mesmo ao lado temos uma fonte construída em honra de Santo Leopoldo, onde aproveitamos para tiras as últimas fotos do dia e de seguida regressámos ao hotel pois o cansaço venceu...

E como o texto já vai longo, ficamos por aqui e marcamos encontro amanha, na Eslováquia! Sim amanha vamos andar por um país diferente!

Até amanha..