quarta-feira, 10 de junho de 2009

As Noites Brancas do Baltico - Tallinn - Estónia

5º Dia -10/06/2009 – Tallinn – Estónia

Depois do rebuliço de uma grande cidade como Estocolmo e da noite Tropical/Carnaval, lá chegamos à capital da Estónia, Tallinn. Cidade de reduzidas dimensões que parece retirada de um qualquer filme ao estilo conto de fadas.

O porto fica muito próximo do centro histórico, pelo que fomos a pé até à entrada na cidade junto à “Fat Margaret”:




O centro histórico desta cidade está classificado como Património da Humanidade, o que desde logo é um óptimo cartão-de-visita, mas neste como noutros casos também é sinónimo de turismo de "massa", e com isso temos uma cidade algo cara, para não dizer caríssima e onde tudo está preparado para o turista que chega cheio de dinheiro para gastar, seja em cafés, seja em souvenirs.

Deambulamos pela cidade em direcção à colina de Toompea, onde fica o parlamento e a Catedral Alexander Nevsky. Pelo caminho estas foram as imagens que fomos vendo:


Mais um relogio astronomico e a igreja onde se inclui o relogio:

A praça da Camara Municipal:


A farnmacia mais antiga da Europa:




Os restos das muralhas da cidade:

E enfim chegados ao topo da colina onde podemos admirar o Parlamento Estonio:




e a Catedral Ortodoxa Alexander Nevsky, que serve de aperitivo para as existentes na Russia
Destaque para a quantidade de turistas portugueses que fomos encontrando pelo caminho, o que apesar de ser dia de um Estonia-Portugal em futebol, não acredito que tenham todos ver os jogadores da nossa selecção.

Nós pelo menos não encontramos nenhum jogador e à hora do jogo já o barco tinha partido rumo à Rússia.


À noite fomos brindados com este pôr do sol:




Então até amanha, já em São Petersburgo…

terça-feira, 9 de junho de 2009

As Noites Brancas do Baltico - Estocolmo - Suécia

4º Dia - 8/06/2009 – Estocolmo – Suécia

Como tinha lido em diversos fóruns que a entrada em Estocolmo era magnífica, não a podia perder. Acordei pelas 5h da manha e dirigi-me ao Deck 11, para poder tirar as fotografias do momento. Curioso que encontrei algumas pessoas, que desconheciam que tinham que atrasar o relógio, e já queriam tomar o pequeno-almoço. Fiquei surpreendido, primeiro pelo desconhecimento, apesar dos avisos e depois pela hora a que algumas pessoas tomam o pequeno-almoço estando de férias!

Efectivamente a chegada a Estocolmo, foi para mim um hino ao silêncio e à tranquilidade. O barco serpenteia por entre ilhotas no meio de um enorme lago.



Devido à hora, as margens cheias de casinhas às cores no meio do imenso verde, estão completamente desertas e apenas uma gaivota ou outra quebram o silêncio reinante. Até o próprio barco parece não querer acordar ninguém e navega a uma velocidade reduzida, ajudando a que o “filme” demore mais tempo.

Como a nossa filhota, resolveu ser protagonista e constipou-se, talvez para lembrar que apesar de toda a beleza existente à nossa volta, a maior preciosidade era ela. Como o dia nasceu a ameaçar chuva, optamos por apenas eu sair e visitar a cidade ficando para a tarde a visita do resto da família, caso o tempo melhorasse.
Comprei num quiosque junto ao porto, um bilhete para o dia todo que me custou cerca de 6€. Apanhei o autocarro até ao centro e parei no Palácio Real. Apesar de não ter visto o render da guarda vi umas movimentações efectuadas hora a hora. O palácio merece ser visitado, já que as suas salas estão repletas de preciosidades, das quais podemos destacar as jóias reais.


Como a disposição para movimentar-me pela cidade não era muita, decidi apanhar novamente o autocarro até ao Museu Vasa. A fila para entrar era enorme mas achei que valia a pena esperar. Basicamente o “Vasa” foi um barco construído no sec XVII, que afundou na sua viagem a inaugural, a 10 de Agosto de 1628. Na década de 50, após cerca de 300 anos no lodo do porto de Estocolmo, o barco foi recuperado e transformado no Museu mais visitado da Suécia. Todo o museu está relacionado com o Vasa, a sua construção, a vida a bordo, os tripulantes, a carga, etc. Definitivamente é uma das atracções de Estocolmo que eu considero imperdível.


Após o almoço, como o tempo melhorou viemos novamente à cidade, agora já a família toda. Um pormenor que suponho que não o referi antes, nas cidades escandinavas que visitamos e foram 3 (Copenhaga, Estocolmo e Helsínquia) os portadores de carrinhos de bebe não pagam transportes públicos. Que diferença em relação a Portugal.
Como a Virgínia, não queria ver nada em especial optamos por deambular pela cidade apreciando os monumentos, os edifícios, os jardins e as lojas comerciais.

O Grand Hotel, onde são entregues os Prémios Nobel

A cadeia comercial NK, onde comprei os boiões de fruta para a Beatriz!!!

E ainda tivemos tempo para assistir a uns festejos no mínimo curiosos, mas que não percebemos porquê? Foi nos garantido no entanto que a cerveja era sem álcool!!!


No final do dia regressamos novamente ao barco, cansados de tanto caminhar, mas com a certeza que valeu a pena percorrer Estocolmo e com o desejo que mais tarde, talvez num fim-de-semana prolongado voltaremos cá. Ficou prometido e as promessas são parar cumprir!!!


A noite foi de gala, pelo que lá tive de vestir o fato e a gravata. Apesar do incómodo que é levar na mala o fato, a camisa, a gravata e os sapatos clássicos, acho que é sempre uma ocasião especial conhecer o capitão, bem como toda a tripulação, e com eles efectuar um brinde. Depois segue-se o jantar de gala, que pelo menos na Pullmantur só o é mesmo pela vestimenta, já que não notei diferença nenhuma na ementa e no serviço.

Amanha Tallinn, Estónia…