sexta-feira, 27 de março de 2015

Nova Iorque e NCL Breakaway - 27 Março 2015 – Nova Iorque



27 de março de 2015 - Nova Iorque


Depois do dia destinado às compras, esta 6ª feira seria verdadeiramente o inicio das nossas aventuras turísticas pela "Big Apple". Aventuras necessariamente apressadas pois em Nova Iorque o tempo é sempre pouco para ver tanta coisa. Em todo o caso, decidimos ainda em Portugal que apesar de comprar-mos o "New York Pass" que inclui entradas gratuitas em mais de 80 atrações não iriamos andar apressados como baratas tontas apenas para aproveitar ao máximo. Tal como já referi anteriormente, já conhecíamos relativamente bem a cidade e salvo alguns locais que não tivemos oportunidade para visitar na ocasião anterior a intenção era mostrar a cidade à minha filha mais velha, a Beatriz!


O inicio deste novo dia, um pouco à semelhança do dia anterior, foi nublado e com todo o aspeto de sermos premiados com chuva que frio esse estava mais que garantido.



Tomamos o pequeno almoço a caminho de Times Square (esta praça aparece constantemente nos nossos planos, não sei se por coincidência ou por obsessão nossa!) para levantar os cartões "New York Pass" previamente comprados por internet. Existem 3 locais onde o fazer na cidade, nós optamos pelo Planet Hollywood na 45th street, numa esquina mesmo junto a Times Square.

 
  
A discussão sobre se justifica ou não o investimento na compra destes cartões já é antiga e a resposta deve dá-la cada um de nós ao fazer a soma de quanto custa isoladamente cada atração que pretende visitar e comparar com o custo do cartão. No nosso caso compramos o pass para 3 dias por cerca de 360€ e pelas minhas contas compensou mesmo no limite, mas podíamos ter visto muito mais coisas pelo mesmo custo.


Já munidos dos cartões começamos a tentar chegar a um consenso sobre qual seria o nosso primeiro destino e como estávamos junto à loja da "Toys r Us", que é gigantesca decidimos entrar rapidamente para mostrar a loja à Beatriz, mas principalmente para lhe mostrar a roda gigante que tem dentro da loja.

 



Um vídeo sobre a loja:




Rapidamente saímos em direção ao Top of the Rock, uma das atrações que tinha ficado por ver na viagem anterior e que era uma das minhas exigências.



O Top of the Rock é um observatório localizado entre os andares 67 e 70 do GE Building, edifício central do Rockefeller Center, de onde temos uma visão de 360º sobre Manhattan. Desde o observatório conseguimos ver o Central Park (a vista é ainda melhor do que a do Empire State Building), Chrysler Building, Times Square, Hudson River, East River, Brooklyn Bridge e Estátua da Liberdade. Além disso, a vantagem do observatório do Top of the Rock em relação ao observatório do Empire State Building é que a partir do Top of the Rock conseguimos ver e fotografar o ... Empire State Building!



 
 


A vista do Top of The Rock é uma das mais espetaculares de Nova York e sem duvida nenhuma uma dos locais a visitar durante uma visita à cidade. A entrada para o observatório é feita pela lateral do edifício na 50th Street, entre 5th Avenue e 6th Avenue e está aberto diariamente entre as 8h e a meia-noite. O bilhete custa neste momento, US$25.00(adultos) e US$16.00(crianças).


Aqui fica um vídeo feito com a GoPro:




Ao contrario do que esperávamos não encontramos muita fila e como tal não demoramos muito tempo no edifício.


Logo de seguida decidimos ir visitar o museu de cera de Nova Iorque, o Madame TussaudsNew York em tudo semelhante ao original localizado em Londres.


 
 
 
  
O Museu Madame Tussauds é o mais famoso museu de figuras de cera possuindo a maior coleção de figuras de celebridades. Tal como referi anteriormente a sede principal do museu está em Londres, mas neste momento já existem 13 "cópias" em, Nova Iorque, Washington D.C., Las Vegas, Los Angeles - Hollywood, Berlim, Amesterdão, Hong Kong, Xangai, Blackpool, Sydney, Viena, Banguecoque, Orlando e Tóquio.

 
 

 


Aqui decidi fazer uma brincadeira e tirar imensas "selfies" com algumas das celebridades. Foram todas tiradas com o Iphone cuja camara frontal não tem grande qualidade pelo que as fotos não ficaram grande coisa, mas fica a brincadeira, na mesma.



Não há muito a referir sobre um museu de cera, pelo que ficam as fotos e um vídeo do interior.



Com isto era hora de almoço e foi mesmo ali ao lado que comemos qualquer coisa num dos restaurantes fast-food lá existentes.


A paragem seguinte seria no Museu de História Natural para mostrar á Beatriz os fósseis dos dinossauros.


O American Museum of Natural History (http://www.amnh.org/), está localizado no Upper West Side de Manhattan e é um dos maiores e mais visitados museus do mundo.



As suas coleções têm mais de 32 milhões de espécies, e por serem tantas apenas uma parte pode ser exibida de cada vez.


 




Anexo ao AMNH, também podemos visitar o Hayden Planetarium, o planetário de Nova York que possui um dos projetores mais avançados do mundo.





Não vou adiantar mais nada sobre o museu pois já o fiz num tópico anterior, e até com algum pormenor. Apenas vou indicar dados básicos mais atualizados.


A morada é Central Park West, entre a 77th Street e a 81st Street, estando aberto diariamente das 10:00h as 17:45h e os bilhetes custam: Adultos US$ 33 e Crianças US$ 20,50.


Passamos grande parte da tarde no interior do museu, sendo que apenas mostramos à Beatriz uma pequenina parte do mesmo, pois o museu é mesmo gigantesco.


Como já estávamos junto do Central Park aproveitamos para dar uma voltinha pelo parque, entrando no mesmo junto ao Dakota, talvez o prédio mais famoso daquela zona por ser (agora ou no passado) morada de alguns famosos entre eles John Lennon desde 1973 até ao seu assassinato naquele mesmo local em 8 de dezembro de 1980. A esposa de Lennon, Yoko Ono, ainda tem vários apartamentos no mesmo edifício.



Mesmo em frente ao edifício foi criado um memorial ao cantor que ficou denominado Strawberry Fields, o nome da canção dos Beatles escrita pelo mesmo John Lennon. foi mesmo por ai que começamos e seguimos atrás de uma pequena multidão que regularmente por lá passa para homenagear o cantor ou apenas para tirar uma foto como foi o nosso caso.

 
A partir daquele local fomos caminhando pelo imenso parque à procura da estatua da Alice no Pais das Maravilhas, uma estatua doada por um filantropo em 1959 em homenagem à sua esposa. Fica localizada junto ao Metroplitan Musuem numa das laterais do parque. Curioso que tivemos alguma dificuldade em encontra-la pois todas as pessoas a quem perguntamos desconheciam a sua existência. Talvez excesso de turistas e/ou nova-iorquinos que não conhecem o que têm à porta de casa.


A estatua é enorme e permite que as crianças subam e desçam dos personagens, neste caso a Alice em cima de cogumelo, o Chapeleiro Maluco e o Coelho. Muito divertido para as crianças, principalmente as que conhecem a história.

 

 
E como já se faziam horas para regressar ao hotel e eu preparar-me para uma das atividades mais esperadas das férias: assistir ao vivo a um jogo da NBA, regressamos de metro, o que permitiu também descansar um pouco e, tal como esperado a Sofia mal entrou na carruagem, adormeceu profundamente.


O jogo era apenas às 19:30h mas desconhecendo a confusão (ou falta dela!) para entrar, sai do nosso hotel cerca de uma hora antes do jogo e depois de um pequeno percurso de cerca de 10 min estava junto ao Madison Square Garden a comer um "hot dog" que serviria como jantar caso não surgisse nada mais apropriado.




Relativamente ao jogo, devo referir que sou fã da NBA desde os velhos tempos do Michael Jordan e dos seus Chicago Bulls e todas as outras vezes que estive nos EUA nunca consegui arranjar um jogo nas datas em que estava na cidade. Desta vez uma das equipas da cidade, os New York Knicks jogavam em casa com os vizinhos dos Boston Celtics e à falta de melhor, foi este o jogo escolhido.


Ambas as equipas são míticas, mas infelizmente estão muito abaixo dos seus pergaminhos e apenas os Boston Celtics lutavam para conseguir o apuramento para os playoffs. Os knicks ainda estão piores que os seus oponentes e conseguiram mesmo a pior classificação dos últimos 50 anos. mas eu queria mesmo era usufruir de toda a envolvente ao jogo que é um espetáculo à parte.


O bilhete foi comprado ainda em Portugal via internet e apenas tive que imprimir o pdf que me foi enviado e mostra-lo à entrada e com uma rapidez que eu não esperava estava dentro do famoso "The Garden".


Impressionante o conforto e as condições que são dadas aos espectadores nestes recintos. até chegar ao meu lugar parecia que estava a passear por um centro comercial.


Fui delirando com a constante animação que o pessoal dos Knicks iam proporcionado levando os espetadores a entrarem na festa com concursos de lançamentos do meio campo, lançando t-shirts para a bancada com armas de pressão de ar, etc.

 
Foi uma noite bem passada, só ficando com a pena de não ser um daqueles jogos disputados taco a taco e com qualidade pois o jogo foi no mínimo fraquinho.


Quanto ao resultado... os Knicks perderam claro está!


Fica aqui um vídeo que fiz com uma mistura de GoPro, telemóvel, maquina fotográfica...



Após o jogo vim ter com as meninas que andavam pela loja da Disney, a gastar dinheiro! Sempre com o pretexto que aquela peça é tão gira, ou é mais barato aqui que lá, etc.


Demos uma voltinha por Times Square, animada como sempre, principalmente na zona onde uma camara filma os transeuntes que se acumulam na ansia de aparecerem no ecrã gigante. Juntamo-nos à festa e fomos fazendo a festa!!!


Deixo de seguida uma compilação de filmagens em Times Square:




Quando chegamos ao hotel esta era a vista do nosso quarto:



E agora, são horas de dormir!


Até amanha para um novo dia muito preenchido!


quinta-feira, 26 de março de 2015

Nova Iorque e NCL Breakaway - 26 Março 2015 – Nova Iorque



26 de março de 2015 - Nova Iorque


Tal como tinha sido previsto pelos especialistas em meteorologia, esta 5ª feira amanheceu cinzenta e com ameaças sérias de chuva, o que se veio a confirmar plenamente.

Para este dia os planos incluíam uma ida às compras ao nosso já conhecido Woodbury CommonPremium Outlets onde passaríamos grande parte do dia e a noite seria dedicada à Broadway, e a um dos seus musicais em cena à mais tempo e seguramente um dos mais conhecidos: Mamma Mia!

Assim que acordamos, bem cedo devido ao famoso "Jet leg", tratamos de colocar na mochila os "papeis" necessários para o dia como habitualmente fazemos, bilhetes anteriormente adquiridos em formato PDF, impressões de e-mails de confirmações e reservas feitos.

Foi mais ou menos nesta altura que verificamos que não tinha a minha carta de condução comigo, documento indispensável para levantar o carro na rent-a-car. Normalmente levo os documentos todos comigo, mas desta vez falhei. Felizmente, ao contrario do habitual a Virgínia tinha a carta de condução com ela e pudemos levantar o carro na mesma fazendo a alteração do titular do contrato.

Depois da visita ao Starbucks mais próximo para o nosso pequeno almoço (todos os nossos pequenos almoços foram tomados em estabelecimentos desta marca, normalmente a primeira loja que nos aparecia à frente, dependendo do nosso destino.) lá fomos até à Avis na 43rd Street, a cinco minutos a pé de distancia, para levantar o Ford Kia que tínhamos reservado ainda em Portugal.

Normalmente alugar um carro não é uma das coisas que se faça em Nova Iorque já a rede de transportes públicos é tão boa que os próprios nova-iorquinos não têm carro. Isto é o facto de o transito em Manhattan ser caótico todo o dia. Existe uma permanente hora de ponta no centro da cidade. Por vezes nem os autocarros são opção já que ficam parados completamente no meio dos engarrafamentos.

Com algum espírito aventureiro e com alguma pesquisa na internet tomamos a decisão de alugar um carro pois o nosso destino era fora da cidade, o preço ficava equivalente aos bilhetes de autocarro e sempre teríamos mais flexibilidade de horários e a bagageira para guardar os sacos das compras sem ter de andar a carregar com eles o dia todo.

Fiquei impressionado com a quantidade de carros que estavam estacionados num espaço relativamente pequeno na garagem da rent-a-car. Os carros estavam literalmente uns em cima dos outros. Lembro-me de pensar como é que eles faziam quando pretendessem tirar um dos carros de trás e rapidamente obtive a resposta, pois o nosso Ford Kia estava precisamente no fundo da garagem e o funcionário depois de muito olhar e pensar foi aos escritórios e... aparece com uma chave nova. Tivemos direito a "free upgrade" para um carro de gama superior. Qual a marca do carro? Quem tiver acompanhado as minhas aventuras aqui pelo blogue saberá a resposta pois nunca conduzi outro carro nos Estados Unidos (até parece que sou fiel à marca!) A quem não souber deixo um pouco mais de suspense e só mais tarde referirei a marca e modelo do carro.

Uma imagem da Avis 43rd St do google maps
Já munidos da viatura que seria nossa por um dia nas mãos lá saímos em direcção ao nosso destino, sendo que a parte complicada do percurso seria o inicio até à saída da cidade e ao final do dia o regresso a Manhattan. Basicamente pelas informações que recolhi a "barreira" a ultrapassar era o "Lincoln Tunnel" pois depois de passado o  túnel para lá dos limites da cidade o transito acalmava e a circulação até é bastante tranquila.

As expectativas que tinha foram mais ou menos confirmadas apenas com o reparo que após ultrapassar o túnel ainda demorou algum tempo a circularmos sem transito, mas nada de muito complicado. Agora atravessar o túnel é um caso à parte pois são imensas as ruas que vêm dar à entrada do túnel e aparecem carros de todos os lados possíveis e imaginários. Neste local toda a atenção é pouca e até fico surpreendido por não haver mais acidentes do que os que à na realidade.

Este foi o percurso que fizemos:


Chegamos ao destino em pouco mais de uma hora e deparamo-nos com relativamente poucas pessoas no outlet.

 
Sobre o outlet, dizer-lhes que se trata do maior da zona de Nova Iorque e um dos maiores do país. Tem a particularidade de todas as lojas (ou quase todas!) serem exteriores o que não favorece em dias de chuva e frio como o que nós apanhamos.



Ficam de seguida algumas imagens (publicas retiradas da internet) do complexo que pretendem demonstrar o tamanho e local onde está implantado o outlet, que fica completamente no meio do nada.


Estivemos por lá até cerca das 15:30h pois esta era a hora limite para regressar a tempo de devolver o carro, comer qualquer coisa e levar as meninas ao teatro.


O nosso carro, mais um Ford Focus:

 

Ainda do lado de New Jersey paramos na ultima estação de serviço antes de chegar a Manhattan para encher o deposito pois a gasolina em New Jersey é muito mais barata que em Nova Iorque. Aproveitando uma cabula que tinha feito lá paramos na I-95 na área de serviço Vince Lombardi e com 8USD enchemos o tanque de gasolina. Que diferença para o nosso país!

Passados poucos quilómetros paramos em fila e demoramos mais de uma hora para atravessar o já citado "Lincoln Tunnel" num para arranca irritante que me fez temer pelo combustível gasto e que pudessem implicar quando devolvêssemos o carro.

Ultrapassado o túnel deparamo-nos com uma realidade completamente diferente conduzindo por entre ruas que apesar de largas parecem estreitas por serpentearem por entre arranha céus.

Já muito perto do nosso hotel para onde nos dirigíamos para deixar as compras antes de devolver o carro ficamos admirados pois estávamos a descer a 5ª avenida. Deu comigo a pensar, pode haver muitos portugueses a fazer compras na 5ª avenida mas seguramente a conduzir na 5ª avenida não deve haver muitos. E com a vantagem de ficar mais barato...

O processo de devolver o carro foi muito rápido e regressamos ao hotel em passo acelerado para ainda termos tempo de comer alguma coisa antes de sair para o Broadhurst Theatre, junto à Broadway e a Times Square para a Virgínia e a Beatriz verem o "Mamma Mia"! Só iriam as 2 pois a idade mínima para assistir ao musical são 4 anos, pelo que a Sofia não podia entrar e alguém tinha de ficar com ela. A escolha recaiu no pai...

O jantar foi comprado numa pizzaria "take-away" numa esquina junto ao hotel que não estava nada de especial. Parecia pizza de hipermercado aquecida num forno! E se calhar até era pois os italianos que geriam o estabelecimento não tinham grande aspecto!

Sempre com a sensação que iríamos chegar atrasados ao teatro e com receio que já não as deixassem entrar apanhamos um táxi junto ao nosso hotel ao velho estilo dos filmes em que se levanta a mão e o táxi para mesmo em frente. A única diferença é que precisamos de levantar a mão muitas vezes pois nenhum táxi parava. Efeitos de um final de dia com muito movimento, logo muitos clientes.

Dez minutos e 10Usd depois estávamos na 44th St junto ao teatro, mesmo a tempo das meninas entrarem e o musical começar.


Não posso tecer considerações sobre o musical por não ter visto, mas pelo que a meninas disseram foi muito giro apenas tinham pena pois haviam muitos diálogos durante o espectáculo e elas não perceberam nada. Mais um incentivo para aprenderem inglês...

Deixo umas fotos existentes na internet para dar uma imagem geral do espectáculo bem como partilho um vídeo do You-Tube para aguçar o apetite a quem ainda não assistiu ao musical.


Para azar de quem ficou cá fora à espera, essa noite foi extremamente chuvosa e com o carrinho de bebé não podíamos ir muito longe por isso optamos por ficar no lobby do teatro após uma certa resistência da funcionária que estava à porta que dizia que para entrar precisava de bilhete, mas que foi sensível ao argumento que face à chuva e ao frio que se faziam sentir lá fora a Sofia iria ficar doente.
Algumas imagens do musical:


Passei uma hora a olhar pela janela para a rua e a ver as limousines a pararem e deixarem os seus ocupantes nos teatros e restaurantes ali ao redor, mais teatros que são vários naquele quarteirão.

Após o espectáculo fomos caminhando na tentativa de conseguir um táxi mas sem sucesso, pelo que quando dêmos por nós estávamos a uns escassos metros do nosso hotel e completamos o resto do caminho aproveitando as coberturas das obras de alguns arranha céus, nomeadamente o Empire State Building que nos iam proporcionando uma protecção contra a chuva.

Aproveitando as funcionalidade do apartotel, nesse dia todos tivemos direito a leite quente com chocolate que compramos num supermercado a caminho do hotel.

Nem imaginam como soube bem...

Com isto era hora de dormir, pois o dia tinha sido cansativo e o dia seguinte prometia ser ainda mais pois 6ª e sábado seriam os dias principais para fazer as visitas.

Deixo-vos com um adormecer em Nova Iorque:


Até amanha...