terça-feira, 17 de outubro de 2006

Rondo Veneziano - Rhodes

Dia 17 Outubro 2006 - Rhodes

Rhodes (em grego: Ρόδος, Rodos), também chamada de "Pérola do Dodecaneso" é a ilha maior deste arquipélago formado por cerca de duzentas ilhas, localizadas a sudeste do Mar Egeu e em frente à costa da Turquia, que se localiza apenas a 18 kms de distância. A mitologia diz que a ilha foi o fruto do amor entre Hélios (Sol) e a ninfa Rhode (Rosa). Rhodes é o nome da ilha e sua capital, que atualmente pode ser dividida em três áreas: Rhodes antiga, medieval e moderna. Para os passageiros dos cruzeiros, a atração principal é sem dúvida alguma a fabulosa cidade medieval muralhada, declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
A cidade medieval está pertíssimo do antigo porto, Mandraki, e está rodeada por uma muralha medieval usada para a sua defesa. Os Cavaleiros de São João, que governaram esta cidade entre 1310 e 1522, construíram esta muralha de 12metros de espessura e numerosas portas laterais de características medievais, sendo uma das fortificações melhor conservadas em todo o mundo. Esta cidade estava dividida em três bairros ou distritos: dos cavaleiros, o turco e o judeu.
A cidade moderna estende-se muito para além deste baluarte formidável, com ruas largas, grandes hotéis, lojas e todo o que corresponde a uma importante zona turística do Mediterrâneo.
História
Esta ilha era famosa entre as da Grécia antiga. Sua capital foi construída na época da guerra do Peloponeso (431 aC 404 aC), pelas cidades confederadas de Kamira, Yalisa e Lindo com o objetivo de ser a capital da confederação. A união dessas três cidades foi criada para enfrentar o poder de Atenas. Em 332 aC, aliaram-se a Alexandre, O Grande e nos dois séculos seguintes tornou-se rica e poderosa. Em 280 aC, Ceres de Lindos terminou a construção na entrada do porto de uma famosa estátua colossal do deus Hélios (protetor da cidade), uma das sete maravilhas do mundo antigo, com o nome de "O Colosso de Rodes". Esta estátua foi construída para comemorar a vitória contra o cerco de um poder do tempo, Macedónia. Acredita-se que a estátua era de bronze e tinha 30 metros de altura, manteve-se no mesmo local durante 66 anos, até ser derrubada por um terremoto. O povo de Rhodes, a conselho de um oráculo, decidiram deixar os seus restos onde caíram. E assim ficaram, por quase novecentos anos, até que em 654 d. AC, o poderoso Califa árabe Moabiah mandou desmonta-lo e vendeu as peças à Síria.
Roma teve nesta cidade uma aliada nas suas guerras contra Filipe V, Antíoco III e na grande campanha de Pompeu contra os piratas. Em 1310 os Cavaleiros de São João de Jerusalém estabeleceram-se ali depois de a terem conquistado aos imperadores gregos, e ficaram com o título de Cavaleiros de Rodes. Por diversas vezes tentaram tomar a ilha, mas em vão já que todos foram derrotados até ao reinado de Suleiman II, que tomou posse da capital em 1522 depois que um longo r doloroso cerco. Em 1912, juntamente com as ilhas do Dodecaneso passou a ter soberania da Itália, após a sua ocupação pela frota italiana durante a guerra Ítalo-turca, e de acordo com os termos do tratado de Ouchy. Em 24 de julho de 1923, a assinatura do Tratado de Lausana, a Turquia renova a sua renúncia a favor da Itália. Em 1943, foram ocupadas pelos alemães e em 1946 foi decidido pelos Aliados, que as ilhas seriam devolvidas à Grécia.
Em 1988, a cidade velha foi declarada Património Mundial pela UNESCO.
Pontos de interesse
·         Cidadela dos Cavaleiros de Rhodes
Foi concluída no século XIV, ainda hoje nos remete de volta ao tempo dos cruzados, os defensores do Santo Sepulcro de Jerusalém. Na Rua dos Cavaleiros encontram-se os albergues e as pousadas das Sete Nações que no século XII que instituiu a Ordem de São João (Os Hospitalários). Cada nação tinha atribuída a defesa de uma parte da muralha da cidade.

·         Palácio do Grão-Mestre
Construído no século XIV, foi seriamente danificado em 1856 por uma explosão de pólvora lá armazenada pelos turcos. Fielmente reconstruída em 1937 durante a ocupação italiana, já que estava planeado para ser residência de verão de Mussolini e Emmanuel Victor III.
Fica localizado no final da Rua dos Cavaleiros, e no interior podemos encontrar uma significativa coleção de mobiliário europeu dos séculos XVI e XVII, mosaicos romanos objetos vários provenientes da ilha de Kos.

·         Hospital dos Cavaleiros
Construído no século XV, funcionava como o hospital da ordem. É uma construção extraordinária de dois andares e um pátio interior. Hoje neste local existe o Museu Arqueológico, que abriga uma excelente coleção de objetos arqueológicos, destacando-se entre eles a famosa “Vénus de Rodes”.

·         Cavaleiros ou da Igreja Catedral de Nossa Senhora do Castelo (Panaghia Kastrou)
É uma igreja bizantina do século XIII que foi convertida depois da conquista da cidade pelos cruzados em Catedral. Em seguida, sob o domínio turco foi uma mesquita (Ederùm Tjamì). Hoje foi restaurada para a sua imagem original, eliminando algumas alterações efetuadas no período turco e é usado como o Museu de Arte Bizantina.
Visita
Mais uma vez utilizamos os guias retirados da internet para visitar esta cidade e seguimos as suas indicações passo a passo.
Depois que sair do navio caminhámos até à muralha e dirigimo-nos a uma porta de acesso ao interior das muralhas, mais concretamente ao bairro judeu, uma área muito afetada pelos bombardeamentos da Segunda Guerra Mundial.
Daqui seguimos até à praça Pindarou (Evreon Martyron) onde pudemos admirar uma pequena fonte decorada com 3 cavalos-marinhos de bronze. Esta praça dos Mártires Judeus, chama-se assim porque durante a ocupação alemã, aqui se reuniam todos os judeus da cidade para serem deportados para os campos de concentração.


A partir deste local todo o tráfego vai ser desaparecendo totalmente à exceção de algumas lambretas, e passamos a ter uma sucessão contínua de lojas vendendo todos os tipos de artigos.
De seguida, sempre contornando as muralhas pela rua Aristotelous até chegarmos a um ponto central, a praça Ippokratous com inúmeros cafés e restaurantes.
Seguimos à direita, ao longo da muralha e fomos mergulhando ainda mais cidadela dos Cavaleiros até chegar à praça dos museus, Mouseiou, aqui é o antigo hospital (agora Museu Arqueológico) e a Catedral dos Cavaleiros (atualmente Museu Bizantino).
Mesmo em frente à Catedral começa a conhecida Rua dos Cavaleiros(Ippoton). Subindo esta rua vamos dar ao Palácio do Grão-Mestre e à Mesquita de Soliman, o Magnífico, construída em 1808, já no bairro turco.
Descemos pela Rua Sokratous, cheia de lojas seguindo a tradição dos bazares otomanos e vimos novamente dar à praça Ippokratous e aqui terminamos a visita saindo das muralhas e dirigimo-nos até à zona da marina para apreciar os pescadores locais a trabalhar e a quantidade de turistas que estavam na ilha nesse mesmo dia.
Dentro da cidade velha tudo merece ser conhecido detalhadamente e é uma cidade onde facilmente nos “perdemos” no seu interior chamados à atenção por um qualquer detalhe num edifício ou numa rua.
Outra opção nesta ilha, podia ser a visita a Lindos, que fica a cerca de 50 kms, mas a nossa opção para este dia foi percorrer a cidade património humanidade, calmamente e disfrutando da nossa estadia.
E assim passamos um optimo dia, ou parte dele em Rhodes, agora era altura de regressar ao Sky Wonder que nos esperava naquelas aguas maravilhosas, pena a temperatura que não era muito elevada.

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Rondo Veneziano - Grécia - Atenas

Dia 16 Outubro 2006 - Atenas
A nossa primeira visita a Atenas seria concretizada na nossa Lua-de-mel. Casados desde o dia 13 de Outubro, viajamos primeiro até Barcelona e depois para Atenas, num voo efectuado pela já extinta Spannair e como parte de um pacote TI da Pullmantur.
O cruzeiro realizado foi o Rondo Veneziano e tinha o seguinte itinerário: Atenas, Rodes, Kusadasi, Corfu, Dubrovnik e final em Veneza.
Saímos de Barcelona, às 07:00h da manha e chegamos a Atenas por volta da hora de almoço, numa viagem de cerca de 4:00h


Terminal Aeroporto Del Prat


Atenas (em grego Αθήνα, Athina) é a capital da Grécia. Foi dado este nome à cidade em honra da deusa Atena, sua protetora. Foi berço de uma das primeiras democracias formais de que existe registo, a antiga cidade portuária de Pireu. Atualmente, a cidade tem uma população de quase 4 milhões de pessoas, mais de um terço da população total da Grécia.
Está localizada na planície Ática cercada por montanhas em três de seus quatro lados. Dois pequenos rios atravessam a cidade: Cephisus e Ilissus. Ao contrário do que se possa imaginar a cidade não está localizada junto ao mar, mas sim um pouco retirada do mesmo. O seu porto, Piraeus (Peiraias em grego), fica a oito quilômetros do centro da cidade, embora na prática a cidade portuária já tenha sido absorvida pela nova Atenas. O porto do Piréu é o porto mais movimentado da Grécia (e maior do Mediterrâneo no tráfego de passageiros), é um centro industrial já que tem estaleiros, fábricas de farinha de trigo, fábricas de máquinas agrícolas, têxteis, vidro e produtos químicos.
Piraeus é um promontório rochoso, com três portos naturais. O maior, serve como importante porto comercial para o Mediterrâneo Oriental, enquanto os dois menores são utilizados por barcos mais pequenos normalmente destinados à recreação e à pesca. O porto conhecido como Microlimano é um bom lugar para comer peixe e há inúmeros restaurantes e tavernas espalhadas ao longo de todo o porto. O porto tem ferries para quase todas as ilhas orientais da Grécia e do Mar Egeu.
História da Cidade
Atenas já existia no período cetro-micênico, mas não tinha a importância que mais tarde teve no Seculo V a.C. no número de habitantes e no poder econômico e militar. Era apenas mais uma região da Ática. No Séc. XIV a.C. foi fortificada e em meados do Séc. IX a.C. a cidade anexou os territórios circundantes, incluindo o porto de Pireu. A partir do século VIII aC a área foi consagrada à Deusa Atena.
No início, o governo era exercido por um monarca, mas Atenas mudou este sistema para uma Aristocracia em que o Conselho de Anciãos (Areópago) governava nomeando três juízes (Arcane), que por um período de um ano assumiam a direção da cidade. Dificuldades políticas e económicas levaram ao poder o reformador Sólon (594 a.C.), e de acordo com as suas novas disposições, a cidade passava a contar com um Conselho, Assembleia Popular e Tribunais de Justiça. Solon também foi o responsável pelo relançar da atividade comercial. Em 560 a.C. assumiu o poder o tirano, Pisístrato e durante a sua governação e de seus filhos, que durou até 510, foram construídas muitas obras públicas e organizados os Jogos Panathenaicos, que tinham lugar a cada quatro anos.
A democracia foi imposta no ano 509, com a revolução de Clístenes, que derrubou a tirania de Hípias. A Assembleia Popular, que envolvia todos os cidadãos, tornou-se então o órgão com mais poder.
Na batalha de Maratona (490 aC), ao norte de Atenas, os atenienses derrotaram as tropas persas que desembarcaram lá com apenas a ajuda de alguns soldados que chegaram de Platéias.
Os espartanos, a quem foram pedir ajuda, prometeram ajudar mas por motivos religiosos apenas o poderiam fazer seis dias depois. A Acrópole foi destruída pelas tropas de Jerjes e reconstruída durante o governo de Péricles para mostrar o nível artístico e cultural da cidade. Após a sua derrota, os persas prepararam uma nova tentativa de ocupação que não poderia falhar. O Rei Jerjes reuniu em Sardes, na primavera de 480 a.C., um exército como nunca tinha sido visto antes e ao mesmo tempo, enviou os seus embaixadores para conseguir a rendição das cidades gregas. Muitas aceitaram, mas Esparta e Atenas, não.
Após a invasão persa de 480 a.C., o politico Temístocles, que derrotou os persas em Salamina, mandou construir as muralhas defensivas em redor de Atenas e Piraeus, e juntou a cidade e o porto. Este trabalho foi continuado por Péricles, que deu à cidade todo o seu esplendor, construindo o Parthenon, o templo de Nike e o Erectheion, entre outros monumentos. A Liga de Delos, formada no ano 477 a.C. para evitar uma nova invasão persa, tinha Atenas como sua capital. Os fundos proporcionados pelas cidades que componham a liga aumentaram o poder ateniense. Péricles tinha uma atração especial pelos homens da cultura proporcionando condições favoráveis à chegada a Atenas de filósofos e poetas. Durante a sua administração, foram representadas grandes tragédias e comédias no teatro de Dionísio, próximo da Acrópole.
No século IV aC, depois da desastrosa batalha do Peloponeso, Atenas e a Democracia tentaram reconstruir-se. A cidade de Atenas tornou-se o berço da filosofia e retórica, estabelecendo-se como um centro cultural do mundo antigo. Em 323 a.C. dois eventos trágicos ocorrem para o povo helénico: a morte de Alexandre, o Grande aos 33 anos e a queda da democracia de Atenas. Estes factos mudam o curso da história grega, desde então, Atenas experimentou um declínio gradual político, mas permaneceu um centro cultural do mundo antigo até ao ano 529 d.C., quando um decreto do Imperador Justiniano põe fim às escolas filosóficas de Atenas e força todos os atenienses e gregos a converter-se ao cristianismo num prazo de três meses. De 529 d.C. a 1834 d.C., Atenas permaneceu como uma pequena cidade de 9.000 habitantes. Desde meados do seculo, que Atenas, como toda a Grécia, permaneceu sob o domínio romano. Praticamente desde então, e durante dois mil anos, foram várias as invasões estrangeiras a ter sucesso na Grécia: romanos, hérulos, godos, cruzados franceses, almogávares, fiorentinos, venezianos e turcos saquearam e conquistaram até à fundação da Grécia independente em 1830.
Em 01 de dezembro de 1834, Atenas é designada capital, a cidade muitas vezes destruída renasce das mãos dos melhores arquitetos da Europa do século XIX, que dão à capital uma aura neoclássica magica. Entre as décadas de 50 e 60 do século XX, o aspeto de Atenas muda drasticamente. A população duplica, com as pessoas que vivem nas zonas rurais a abandonar as suas terras após a Segunda Guerra Mundial para viajar para a capital em busca de trabalho e uma vida melhor. A necessidade de acomodar os novos habitantes incentivou a destruição de belos edifícios neoclássicos, substituindo-os por prédios de apartamentos de linhas geométricas severas que mudam completamente a paisagem urbana da cidade. A moda entre os proprietários de então era destruir as suas  pequenas villas para construir de seguida edifícios de apartamentos, ocupando eles próprios  um ou mais apartamentos no prédio, obtendo um grande lucro com essa opção. Assim, Atenas tornou-se uma grande metrópole de mais de 4 milhões de habitantes. Após alguns anos de crescimento chegaram à conclusão que alguns erros urbanísticos tinham sido cometidos, encetou-se então um processo de revalorização da cidade, restauro e reabilitação de monumentos e edifícios, criando ruas pedonais e novos espaços verdes.
O Piréu constituiu-se como uma cidade em 450 a.C., quando seu porto estava já ao serviço de Atenas. Em 86 a.C. foi destruído pelos romanos, e ganhou novamente proeminência após a independência da Grécia, no século XIX. Em 1834 foi escolhido como um porto ao serviço da Atenas moderna, servindo com o porto de partida ou de passagem à generalidade dos cruzeiros que passam por aqueles mares.
Excursão
Só a simples leitura da história da cidade já mostra a qualquer pessoa que é impossível ver dignamente tudo o que esta cidade tem para oferecer com apenas algumas horas de escala no Piréu, por isso o melhor é fazer uma excursão que passe por alguns dos locais mais representativos de Atenas por forma a ficar com uma visão global da cidade e do seu património. São muitas as escolhas e a seguinte é apenas uma delas.

A melhor forma de se mover na cidade de Atenas é através do Metro, por conveniência, rapidez e economia, embora se possa sempre negociar com os taxistas que esperam no exterior do Terminal de Cruzeiros do Porto de Pireu. A maioria só está interessada em vender um tour completo e não em transportar os passageiros até Atenas, insistindo sempre que um tour completo poderia ser adquirido por cerca de30€.


A estação de metro situada, do outro lado da baía por isso é necessário rodear o porto e fazer uma pequena caminhada. À saída do terminal devemos virar à esquerda e após uma caminhada de 20-25 minutos ao longo do porto chegamos à Estação de Metro. Na realidade a Linha 1 (Pireu-Atenas) é feita por um comboio elétrico que foi recentemente integrado na rede do Metro de Atenas, inaugurado em 2000.


O bilhete é comprado nas máquinas automáticas à entrada da estação e custava na altura 0,70€ sendo válido apenas para esta linha (até Monastiraki). Para todas as outras linhas é necessário usar o bilhete de metro normal que custava 0,80€. Ao entrar na plataforma existem umas máquinas onde validar o bilhete antes de embarcar no comboio, à semelhança do que existe hoje em dia em qualquer estação do nosso país. Os comboios para Atenas tem uma frequência muito alta e estacionam nas duas plataformas centrais da estação, por isso considero que é a melhor opção para se conhecer a cidade.

O primeiro local imperdível é a Acrópole, o mais importante local arqueológico de toda a Grécia. A paragem mais próxima da entrada é Thisio, mas também se tem a opção de continuar a Monastiraki e desde lá um passeio pela Plaka até próximo da Acrópole.
Depois de alguns minutos, circulando sempre a céu aberto, chegamos a Thisio (não é muito difícil seguir as instruções que eles estão sempre em grego e latim). Já fora da estação estamos na Avenida Apostolou Pavlou, que é pedonal e está ladeada por terraços de bares e cafés e é aqui que começamos a subida para o Monte da Acrópole. À nossa esquerda aparece-nos a Ágora. A Ágora era a praça mais antiga de Atenas onde se desenvolvia toda a vida pública da cidade. O templo que domina o lugar é o Theseion-Hefesteion excelentemente bem conservado. Construído entre 449 e 425 a.C.. foi dedicado ao deus ferreiro, Hefesto, e sua irmã Athena. O templo foi construído em mármore Doric com um comprimento de 31 metros por 14 metros

Depois de alguns minutos de subida passamos pela colina do Areópago, de Filopapou, pela igreja bizantina de Agios Dimitrios Loumbardiaris, e pela pequena colina de Pnyx, até chegarmos à bilheteria da Acrópole. A entrada custava à data 12 € (válido para todos os locais arqueológicos de Atenas). O recinto está aberto diariamente entre 8:00-18:00 no inverno e 8:00-19:30 no verão.


A Acrópole é uma das maravilhas do mundo que ninguém deve perder. É uma fortaleza natural localizada numa colina atingindo cerca de 156 metros acima do nível do mar estendendo-se ao longo de três hectares.
Ainda tivemos tempo para dar uma volta de cerca de 35 min num comboio turístico pela zona histórica por cerca de 5€. Nesta área pudemos  visitar monumentos como A Ágora Romana, A Torre dos Ventos (torre construída no Séc. I, por Andronicos, que se destinava a receber as maiores invenções da época tais como o relógio de água, relógio, cata, etc.), ou a Praça Mitropoleos com a sua Catedral Mitropolis e a igreja bizantina Agios Eleftherios.

Parlamento Grego
 Para regressar ao navio só tivemos que ir à Praça Monastiraki, entrar na estação de metro, comprar um bilhete para a Linha 1 e fazer a viagem inversa à que fizemos inicialmente.
Pessoalmente não gostei muito da cidade, achei-a demasiado desordenada e um pouco caótica tanto a nível da construção completamente desordenada como no trânsito. Nunca vi tantos táxis na minha vida a circular ao mesmo tempo junto ao parlamento grego. Talvez já aqui estivessem algumas das razões para os problemas que assolam a Grécia atualmente.

Aproveito também para apresentar o nosso navio, o “Sky Wonder” da Pullmantur, depois rebatizado “Atlantic Star” (ex FairSky, Pacific Sky, Sky Princess).

O Atlantic Star foi construído em 1984 pelos estaleiros Chantiers de Nord et de la Mediterranee de La Seyne-Sur Mer, na França para a empresa italiana de cruzeiros Sitmar. Em consonância com o resto da frota Sitmar foi originalmente chamado Fairsky e foi registrado na Libéria. Em Setembro de 1988, quando a Sitmar foi comprada pela P & O Cruises, foi rebatizado Princess Sky e registrado em Londres, Inglaterra.

 Em Outubro de 2000 foi transferido para a P & O Cruises Austrália sob o nome de Pacific Sky para substituição do Princess Fair construído em 1957. Entre 2000 e 2006, o Pacific Sky transportou 275.000 passageiros em 200 cruzeiros. A sua popularidade levou a expansão da frota da P & O Austrália frota que passou a incluir o Pacific Sun (2004), o Pacific Dawn (Nov 2007),o Pacific Jewel (2009) e Pacific Pearl (2010).

A tripulação...
...com um português à cabeça!!!
 Em maio de 2006, foi feita a sua transferência da P & O Cruises para a Pullmantur, empresa espanhola detida pela Royal Caribbean. Atualmente registada em Malta, o Sky Wonder exibe Valetta como seu porto de origem. Em Abril de 2009 o Sky Wonder é rebatizado de Atlantic Star e ruma a Portugal onde fez um itinerário preparado para o mercado Português.


Em janeiro de 2010 o navio foi vendido à Kyma Ship Management e desde Dezembro de 2011 que está atracado em Marselha, França.

A oferta pela Lua de Mel!!!